Coleção Hangar43

Ícones atemporais do mobiliário

Chaises

A Toa

por Paulo Alves

MEDIDAS

Largura 192 cm

Profundidade 65 cm

Altura 144 cm

Sobre o produto

Irreverente e com um estilo único, a chaise A Toa assinada por Paulo Alves traduz a frase de Manoel Barros.

“Ficar à toa é estar à disposição da poesia”.

Criada em madeira roxinho com acabamento de verniz stain, a chaise A Toa impressiona pelo seu estilo irreverente. Com uma estrutura que remete ao visual de um ninho e, seu conforto, confirma essa impressão.

Sobre o Designer

O processo criativo de Paulo Alves é alimentado por uma sensibilidade e por um grande interesse, despertado ainda jovem, pelo trabalho com a madeira. Enquanto estudante de arquitetura Paulo passa a acompanhar o trabalho de um dos ícones da arquitetura brasileira, Lina Bo Bardi, integrando seu escritório em 1992. “Interpretar a realidade num jogo de… Ver artigo

O processo criativo de Paulo Alves é alimentado por uma sensibilidade e por um grande interesse, despertado ainda jovem, pelo trabalho com a madeira.

Enquanto estudante de arquitetura Paulo passa a acompanhar o trabalho de um dos ícones da arquitetura brasileira, Lina Bo Bardi, integrando seu escritório em 1992. “Interpretar a realidade num jogo de metáforas para revelar a essência do objeto” é essa busca incessante pelo senso da abstração, pela expressividade dos materiais que guiam as pesquisas e experimentos do designer.

Paulo Alves é antes de tudo um arquiteto que desenha móveis. Sua formação, forjada na tradicional Escola de Engenharia da USP de São Carlos influenciará todo o seu trabalho. Do olhar atento até o projeto, passando pelo desenvolvimento do produto em sua própria marcenaria, todas as etapas se encadeiam seguindo a lógica de uma engenharia do objeto.

É nesse processo construtivo que encontramos sua marca registrada. Não à toa, seus projetos tem como clientes artistas de diversos horizontes. Os espaços que cria têm fronteiras tênues, comunicam-se sem barreiras visuais. Buscam a fluidez, a integração máxima. Muitas vezes os móveis são a própria arquitetura e fundem-se, confundem-se no espaço.

Numa busca incessante de liberdade, seus espaços e objetos vão além das amarras funcionais. Buscam no traço depurado de todos os artifícios, a forma capaz de materializar o máximo de expressividade. Plenos de poesia, suas criações apontam novas possibilidades. Com um frescor que revigora o legado dos grandes mestres do mobiliário moderno brasileiro.

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